Depois da cirurgia bariátrica e da grande perda de peso, é comum surgir excesso de pele que causa problemas de saúde — infecções, dores e limitações no dia a dia. As cirurgias reparadoras, nesses casos, deixam de ser estéticas e passam a ter finalidade funcional.
Quando a negativa é indevida
Quando há indicação médica e a cirurgia tem caráter reparador — como a abdominoplastia para correção de diástase ou a retirada de excesso de pele —, a recusa do plano costuma ser considerada abusiva pela Justiça.
O mesmo vale para procedimentos como a correção de gigantomastia, que pode gerar dores na coluna e outros prejuízos à saúde.
A cirurgia reparadora indicada por médico é continuidade do tratamento da obesidade — e não um procedimento estético.
O que reunir antes de procurar um advogado
Guarde o relatório médico detalhado, os exames, o pedido da cirurgia e a negativa do plano por escrito. Esses documentos são essenciais para fundamentar um pedido de liminar e obter uma decisão rápida.
Cada caso é único. Se o seu plano negou uma cirurgia reparadora, converse com um advogado para avaliar as suas chances.